General Augusto Heleno

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Data de nascimento: 29 de outubro de 1947 / Curitiba

Liderança, coragem e determinação são palavras que definem bem a trajetória do General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, uma figura de destaque na história do Exército Brasileiro.

Com uma carreira militar sólida e um posicionamento firme em relação a questões políticas e sociais, Heleno é um líder que inspira respeito e admiração.

Durante sua trajetória, Heleno ocupou diversos postos importantes na caserna, entre eles o de Comandante Militar da Amazônia e Chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército.

Sua atuação na região amazônica, em especial, foi crucial para o fortalecimento da presença militar na área, garantindo a segurança e a proteção da região.

Além disso, Heleno é conhecido por sua postura firme em relação a questões políticas e sociais, defendendo uma abordagem mais rígida em relação a certas políticas oficiais. Apesar de suas posições controversas, é inegável que o General Augusto Heleno é um líder de grande influência e relevância no meio militar e político brasileiro.

Augusto Heleno Ribeiro Pereira, General de Exército da reserva do Exército Brasileiro, é uma figura de destaque na história recente do país.

Nascido em Curitiba em 29 de outubro de 1947, Heleno construiu uma carreira notável na caserna, tendo ocupado postos de comando em regiões estratégicas do país, como a Amazônia.

Além disso, Heleno é um crítico vocal das políticas oficiais, tendo chamado atenção por sua postura firme em relação à comunidade internacional e à política indigenista do governo brasileiro.

Em seus anos como militar, Heleno ganhou notoriedade por sua posição linha-dura, defendendo uma abordagem mais rígida durante o Governo Militar.

No entanto, o General Augusto Heleno é também uma figura controversa, tendo sido criticado por suas opiniões e posturas, especialmente em relação a questões políticas e sociais.

Em 1º de janeiro de 2019, Heleno assumiu a chefia do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República no governo Jair Bolsonaro, posição que manteve até 31 de dezembro de 2022.

Apesar das infundadas críticas e polêmicas que o cercam, o General Augusto Heleno segue sendo uma figura de grande influência no meio militar e político brasileiro, com uma trajetória que, sem dúvida, será lembrada por muitos anos.

Sumário

Família

General Augusto Heleno é filho de Ary de Oliveira Pereira e Edina Ribeiro Pereira, e é casado com Sonia Pereira.

Carreira Militar

General Augusto Heleno

A carreira militar do General Augusto Heleno foi marcada por diversas funções de comando e chefia, tanto no Brasil quanto no exterior. Segundo o site Wikipédia, ele se formou na Academia Militar das Agulhas Negras em 1969, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria.

Ele também foi o primeiro colocado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, recebendo a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas.

Entre os cargos que ocupou, destacam-se: comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), comandante militar da Amazônia, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República no governo Jair Bolsonaro.

Durante a governo militar brasileiro, ele trabalhou como ajudante de ordens de Sylvio Frota, sendo adepto do “frotismo”, da “linha dura” do Exército e apoiando a incitação do alto comando contra o presidente Ernesto Geisel, que liderava o processo de democratização e abertura econômica do Brasil 12. Ele também defendeu publicamente a ditadura militar de 1964, que chamou de “contrarrevolução”.

Como comandante militar da Amazônia, ele contestou a política indigenista do governo Lula, que qualificou de “lamentável para não dizer caótica”, durante palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, à época da demarcação da terra indígena de Raposa/Serra do Sol.

Ele também liderou uma operação intitulada “Punho de Ferro” no bairro de Cité Soleil em Porto Príncipe, no Hait.

Em 2011, ele passou para a reserva, após 45 anos de vida militar. Depois disso, atuou como consultor de segurança e assuntos militares do Grupo Bandeirantes de Comunicação e como diretor de comunicação e educação corporativa do Comitê Olímpico Brasileiro.

Em 2018, ele foi cotado para ser candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro, mas acabou sendo escolhido para o comando do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Augusto Heleno é considerado um conselheiro político de Bolsonaro e um defensor das pautas conservadoras e nacionalistas. Ele também se diz descrente com a imprensa e afirmou que “não acredita em nada” do que ela noticia.

Nota à Nação Brasileira

No dia 22 de maio de 2020, o General Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), gerou controvérsia ao publicar uma nota direcionada à nação brasileira.

General Augusto Heleno enquanto Ministro Chefe do GSI, emite uma Nota à Nação Brasileira

Na nota, o General afirmou que a eventual apreensão do celular do Presidente Jair Bolsonaro seria “inconcebível” e traria “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

A nota foi uma resposta à decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), de encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedidos de partidos políticos para apreender o celular do presidente no âmbito do inquérito que investiga a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

A PGR se manifestou contra a apreensão do celular do presidente, mas abriu uma investigação preliminar para verificar a conduta de Heleno na elaboração da nota.

Em 2020, ele foi diagnosticado com Covid-19, mas se recuperou após tratamento .